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O que vai passar a

seguir na NRC?

Video (Homilia) na
Eucaristia da Semana

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Ao tentarmos interpretar o que acontece no nosso tempo será ousado considerar que podemos ver (ou não) sinais da presença do mal em tantos dos comportamentos das pessoas, dos grupos, das instituições ou mesmo dos governos? Não será que a violência, a guerra, o ódio e a morte ao desbarato serão sinais do mal, mais ou menos organizado? Essa espécie de vulgarização da pornografia – com milhões de sites na internet e não só – nos nossos dias, não será uma manifestação demoníaca quase tolerada, aceite e incentivada? Certas tendências de desprezo pela vida – antes do nascimento (aborto) e até à morte provocada (eutanásia) – serão indícios do mal, tornado visível e com sequazes servidores? Quando os responsáveis políticos se prestam para aprovar leis contra a vida e como que em incentivo à morte não estarão a serem servidores do mal? Até que ponto o silêncio e a votação dos cristãos em partidos e agremiações que difundem o mal podem ser considerados pecado? Não será que certas tolerâncias e cumplicidades denunciam que nem sempre renegamos o mal como devíamos?


«Se é verdade que a vida humana em cada uma das suas fases é digna do máximo respeito, em certos aspetos ainda o é mais quando está marcada pela velhice e pela doença. A velhice constitui a última etapa da nossa peregrinação terrena, que tem fases distintas, cada uma com as suas luzes e sombras. Perguntamos: ainda tem sentido a existência de um ser humano que se encontra em condições bastante precárias, porque é idoso e doente? Por que motivo, quando o desafio da doença se torna dramático, continuar a defender a vida, não aceitando ao contrário a eutanásia como uma libertação? É possível viver a doença como uma experiência humana que deve ser assumida com paciência e coragem?» (126).


Esta citação do Papa Bento XVI tem quase década e meia de distância e coloca-nos uma questão que tem vindo a ganhar maior consistência na discussão pública: a eutanásia e o cuidado aos mais idosos da nossa sociedade. Com efeito, que dizer de uma sociedade política – como a portuguesa (15 de março de 2021) – que, no auge da pandemia de covid-19, aprovou, à socapa, uma nova lei de despenalização da ‘morte medicamente assistida’? Que consideração merecem tais ‘políticos’ que não sabem distinguir entre oportunidade e conveniência das suas propostas e interesses ideológicos? Numa sociedade cultural e geneticamente envelhecida não estaremos a cavar a nossa sepultura, em regime da vala-comum, sem identidade nem verificação dos sepultados?


Tentemos encontrar respostas às questões que nos são colocadas, não com soluções ideológico-religiosas, como tantas vezes pretendem dizer os defensores do aborto e da eutanásia, mas com propostas humanistas sérias, serenas e sensatas, como é próprio da doutrina cristã-católica. Com efeito, humanismo cristão alicerça-se nos valores e critérios do Evangelho, onde a pessoa vale na sua ‘ecologia integral’, como nos tem dito o Papa Francisco. Repare-se na luta insidiosa com que certas forças e meios de comunicação social – em fevereiro deste ano em pandemia – quiseram distorcer e/ou condicionar a voz da Igreja, quando alguns bispos se insurgiram contra a despenalização da eutanásia, como que querendo dizer que só quem é a favor pode ter voz ou tomar posição. Não é uma questão de ‘moda’ ou de oportunidade ser pela vida, mas esta sempre será a forma mais simples de Deus se manifestar e de Lhe prestarmos culto e louvor.

* Da mentalidade eficientista à inviolabilidade da vida


Tal como dizia o Papa Bento XVI, em 2007, ‘a mentalidade eficientista de hoje tende com frequência a marginalizar estes nossos irmãos e irmãs sofredores, como se fossem apenas um "peso" e "um problema" para a sociedade’. Cada pessoa parece que só vale em maré de produção, podendo tornar-se um peso social e familiar, quando perde essa componente de visão economicista. O mesmo se diga das mais variadas (...)

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Nesta edição do Programa Caminho de Emaús, falamos do Centro de Apoio à Família de Coimbra. Um programa muito interessante e que não poderá perder! E, em "Meditar a Palavra" vamos reflectir sobre as leituras do XXV Domingo do Tempo Comum - Ano B com a Aida Brito.

para ouvir o podcast, clique aqui

Liturgia do Dia:
Aniversariante do Dia:
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Rita Gomes e Ana Filipa Ribeiro estiveram no campo de Moria, na Grécia, onde perceberam a vida estagnada de homens, mulheres e crianças à procura de paz

Lisboa, 20 set 2021 (Ecclesia) – Rita Gomes, responsável em Portugal pela Comunidade de Santo Egídio disse que o acolhimento de refugiados “é possível” e que importa mostrar esta realidade “às entidades políticas”.
 

“A comunidade de Sant’Egídio tem corredores humanitários entre a Turquia e a Etiópia, onde trazemos pessoas desses campos de refugiados, diretamente para um país, já com o visto, sem terem de passar por uma travessia demoníaca”, conta à Agência ECCLESIA.

A responsável esteve em agosto no campo de refugiados de Moria, na ilha de Lesbos, na Grécia, onde lamentou ter reencontrado pessoas que conheceu há dois anos.

(...)

«Temos que pedir ao Senhor que Ele exorcizar em nós este espírito maligno da vaidade e do orgulho»

Homilia Pe. A. Sílvio Couto na Eucaristia Dominical no XXV Domingo do Tempo Comum, no Ano B, no salão de São José da Paróquia da Moita (Diocese de Setúbal)

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